Os experimentos mais assustadores e macabros já realizados em seres humanos

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Hoje em dia, seja para melhor ou o pior, desenvolvemos formas mais eficazes de coletar informações, tratar anormalidades, doenças e até mesmo nos matarmos. Mas o que não nos lembramos constantemente são as vidas humanas que foram danificadas ou perdidas em nome desse progresso. Confira a seguir uma lista dos experimentos mais assustadores e macabros da história realizados em seres humanos:

7 – Presos como sujeitos de teste

Em 1951, o Dr. Albert M. Kligman, um dermatologista da Universidade da Pensilvânia, começou a fazer experimentos com os prisioneiros da prisão de Holmesburg, na Filadélfia. Como Kligman disse mais tarde a um repórter do jornal: “Tudo o que vi antes de mim eram “acres de pele”. Era como um fazendeiro ao ver um campo pela primeira vez.”

Nos próximos 20 anos, os presos permitiram que Kligman usasse seus corpos em experiências envolvendo creme dental, desodorante, shampoo, cremes para a pele, detergentes, dietas líquidas, colírios para os olhos, cremes para pés e corantes capilares. Embora os testes exigissem biópsias constantes e procedimentos dolorosos, nenhum dos detentos sofreu danos a longo prazo.

6 – Terapia de eletrochoque em crianças

Na década de 1960, a Dra. Lauretta Bender, do Hospital Creedmoor de Nova York, iniciou o que acreditava ser um tratamento revolucionário para crianças com problemas sociais: terapia de eletrochoque. Os métodos de Bender incluíam entrevistar e analisar uma criança sensível na frente de um grande grupo e depois aplicar uma quantidade suave de pressão  na cabeça da criança. Supostamente, qualquer criança que se movia com a pressão apresentava sinais precoce de esquizofrenia. Bender, uma própria vítima de uma infância incompreendida, disse ter antipatia às crianças sob seus cuidados. Até o momento em que seus tratamentos terminaram, Bender usou terapia de eletrochoque em mais de 100 crianças, a mais nova com idade de três anos.

5 – Hepatite em crianças mentalmente incapacitadas

Na década de 1950, a Escola Estadual de Willowbrook, uma instituição de Nova York para crianças com deficiência mental, começou a sofrer surtos de hepatite. Devido a condições precárias, era praticamente inevitável que essas crianças contraíssem hepatite. O Dr. Saul Krugman, enviado para investigar o surto, propôs um experimento que ajudaria no desenvolvimento de uma vacina. No entanto, o experimento exigiu a infecção deliberada de crianças com a doença. Embora o estudo de Krugman tenha sido controverso desde o início, os críticos foram eventualmente silenciados pelas cartas de permissão obtidas dos pais de cada criança. Na realidade, oferecer a criança ao experimento era, muitas vezes, a única maneira de garantir a admissão na supercompetitiva e superlotada instituição.

4 – Operação Clímax da Meia Noite

Inicialmente estabelecido na década de 1950 como um subprojeto de um programa de pesquisa de controle mental patrocinado pela CIA, a Operação Clímax da Meia Noite procurou estudar os efeitos do LSD em indivíduos. Em São Francisco e Nova York, sujeitos sem consentimento que foram atraídos para casas de segurança por prostitutas contratadas pela CIA, receberam LSD sem conhecimento e outras substâncias que alteram estados de consciência, tudo monitorado por trás de um vidro unidirecional.

Embora as casas de segurança foram fechadas em 1965, quando descobriu-se que a CIA estava dando LSD a seres humanos sem seu consentimento, a Operação Clímax da Meia Noite foi um teatro para pesquisas extensivas em quesito chantagem sexual, tecnologia de vigilância e o uso de drogas que alteram a mente em operações de campo.

3 – Reatribuição sexual

Em 1965, o canadense David Peter Reimer nasceu biologicamente homem. Mas aos sete meses de idade, seu pênis foi eliminado acidentalmente durante uma circuncisão não convencional por cauterização. John Money, um psicólogo e proponente da ideia de que o gênero é aprendido, convenceu os Reimers de que seria mais provável que seu filho alcançasse uma maturação sexual bem-sucedida e funcional como uma menina. Embora Money continuasse a relatar apenas sucessos ao longo dos anos, David insistiu em que ele nunca se identificou como uma mulher. Ele passou sua infância sendo provocado, sofrendo bullying com depressão profunda. Aos 38 anos, David cometeu suicídio atirando na própria cabeça.

2 – Efeito da radiação em testículos

Entre 1963 e 1973, dezenas de prisioneiros de prisões de Washington e Oregon foram utilizados como sujeitos de teste em um experimento projetado para testar os efeitos da radiação em testículos. Subornados com dinheiro e a sugestão de liberdade condicional, 130 presos aceitaram voluntariamente participar das experiências conduzidas pela Universidade de Washington em nome do governo dos Estados Unidos. Na maioria dos casos, os indivíduos foram zapeados com mais de 400 Rads de radiação (o equivalente a 2.400 radiografias de tórax) em intervalos de 10 minutos. No entanto, foi somente muito mais tarde que os presos aprenderam que os experimentos eram muito mais perigosos do que tinham sido ditos. Em 2000, os antigos participantes estabeleceram um acordo de ação coletiva de US $ 2,4 milhões da Universidade.

1 – Mosquitos infectados nas cidades

Em 1956 e 1957, o Exército dos Estados Unidos conduziu uma série de experiências de guerra biológica nas cidades de Savannah, Geórgia e Avon Park, na Flórida. Em um desses experimentos, milhões de mosquitos infectados foram liberados em duas cidades, a fim de ver se os insetos poderiam espalhar febre amarela e dengue. Não surpreendentemente, centenas de pesquisadores contraíram doenças que incluíam febres, problemas respiratórios, mortes em nascimentos, encefalite e febre tifoide. Para fotografar os resultados de suas experiências, pesquisadores do exército fingiram ser trabalhadores de saúde pública. Várias pessoas morreram como resultado da pesquisa.

Fonte: Best Psychology Degrees

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