Gustave, o mais lendário, imortal e sanguinário crocodilo da África

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Se você assiste documentários sobre animais, não seria nada demais se o assunto fosse sobre crocodilos, certo? Mas, e se fosse sobre um crocodilo que já devorou em torno de 300 pessoas? Embora pareça uma história de pescador, Gustave, o crocodilo mais sanguinário que já existiu, é bem real e, por isso, é bem temido pelas pessoas de Burundi, uma localização Africana.

Gustave, nome dado ao animal pelo francês Patrice Faye, é um crocodilo-do-nilo macho que virou inspiração para documentários e filmes, como o documentário “Capturing the Killer Croc” (2004) realizado pelo National Geographic e o filme “Primeval” (2007), dirigido por Michael Katleman. Isso porque, além de ser temido, ele é, também, o maior crocodilo de água doce do planeta.

Filme “Primeval” (2007) dirigido por Michael Katleman

Faye tem procurado por Gustave desde 1998, mas sempre sem sucesso. Embora haja testemunhas e, inclusive, sobreviventes atacados pelo animal, nunca conseguiram definir com precisão qual o seu tamanho, o seu peso ou sua idade. Estima-se que ele tenha entre 6 e 7 metros de comprimento, possua mais de uma tonelada de peso e esteja em torno de seus 60 ou 70 anos.

Crocodilo Gustave

Essas estimativas são decorrentes de pesquisas e entrevistas realizadas pelo documentário mencionado, pois, os habitantes locais acreditavam que o bicho tivesse mais de 100 anos, mas ao registrarem que ele, ainda, possuía todos os dentes, concluíram que, Gustave ainda não tinha passado da casa dos 70.

Uma característica que se pode observar no animal, são as cicatrizes causadas por tiros de armas disparados por caçadores e soldados, e, ainda assim, não foram o suficiente para causar a sua morte. Sua moradia, segundo relatos, seria o Rio Ruzizi e o Lago Tanganica.

Caso mantivesse uma dieta normal, Gustave se alimentaria de animais como peixes e zebras, ou outros animais que estivessem ao redor do rio. No entanto, segundo Faye, em uma entrevista dada à BBC em 2002, o crocodilo “por ser tão enorme, é mais lento e, portanto, não tem outra opção a não ser caçar presas fáceis. Na água, não há presa mais fácil do que o ser humano”. E aí, o que você achou?

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