Essa é a difícil realidade e história dos ciganos do século XXI

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Ciganos são pessoas misteriosas que diferem em organização e coesão. E não estão ligados a uma localidade específica, de modo que até o símbolo da bandeira que os representam é uma roda. Além disso, há outros símbolos reconhecidos de ciganos que dispensam o termo “estabilidade e sedentarismo”: vagões, decks de cartas e ferraduras. Conheça a seguir a difícil realidade e história dos “ciganos do século XXI”:

Apesar dos ciganos terem um estilo de vida nômade, ainda existem aqueles que escolheram uma existência estabelecida. Mas até mesmo ficar em um lugar não os ajuda a serem aceitos pelos outros. Para se organizarem, eles mantêm grupos separados e estão constantemente em conflito com os outros.

As relações com os ciganos são bastante controversas em diversas maneiras. Seu modo de vida causa surpresa e mal entendimento entre os representantes dos povos vizinhos. Enquanto os barões se exaltam se afogando em riqueza e prazeres, os ciganos comuns e seus filhos são forçados a viver de maneiras difíceis, muitas vezes implorando e até roubando.

Os ciganos não favorecem muito a educação, portanto, muitos deles são analfabetos. Isso pode ser considerado uma das principais dificuldades de assimilação, porque é muito difícil encontrar trabalho sem educação elementar.

Não é de admirar que sem meios de subsistência, um grande número de ciganos viva na pobreza. Seu meio principal é através de mercados espontâneos, nos quais as mulheres e os homens trocam – uma maneira de ganhar dinheiro para a alimentação.

Nessas circunstâncias, devido as crianças não irem até a escola, muitas vezes acabam violando a lei precocemente em busca de obter dinheiro para comida.

Problemas importantes nas aldeias são decididos pelos barões. E a palavra “barão” significa grande, e de modo algum significa um título nobre. Os barões são homens adultos, ricos e poderosos que são respeitados em seus círculos. Eles dão aprovação a casamentos e ajudam a resolver problemas com as agências de aplicação da lei.

O nascimento de uma menina não é algo considerado muito feliz. Afinal, as mulheres ciganas têm um destino difícil. Todos os direitos na família pertencem aos homens, e grande parte das responsabilidades para as mulheres.

A propósito, é a família que decide como uma mulher vai ganhar dinheiro. Às vezes, tais decisões são tomadas exclusivamente pelo marido. Os ciganos podem ser forçados a roubar e implorar sem o seu consentimento. Se houver qualquer desobediência, o marido pode acabar a espancando. Sua palavra é a lei.

A tarefa principal de um homem na comunidade cigana (além de ganhar dinheiro, é claro) é ser inteligente e receber convidados. Já a da esposa tem a obrigação de se levantar antes de todos os outros, cozinhando e limpando. Ciganos são preparados e ensinados a viver desse modo desde a infância, de modo que obedientemente fazem tudo sem hesitação.

Os casamentos são tipicamente arranjados pelos pais, com muitos casais se casando na adolescência e depois se juntando ao negócio familiar. Novos casais vivem com os pais do marido por pelo menos o primeiro ano ou dois, ou até o primeiro filho nascer. A maioria das famílias tem três ou quatro filhos, que muitas vezes fazem parte de conversas e empreendimentos adultos, já que as crianças devem aprender através de seus anciãos.

Sempre que há um evento importante, como um casamento ou um funeral, membros da família de todo o grupo participam, às vezes chegando a centenas de pessoas. Até mesmo casamentos do mesmo sexo gradualmente entraram no estilo de vida cigano, mas raramente sem escândalos e lutas.

Fonte: Ofigenno

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