As tempestades solares tendem a ir e vir constantemente sem que seja dada a devida notícia para as pessoas, no máximo, nós ouvimos falar de pequenos blecautes de rádio ou interrupções de satélites, e, claro, as lindas e deslumbrantes auroras. No entanto, os cientistas alertaram que eventos climáticos extremos podem causar danos muito maiores, com um potencial tão devastador que poderia eliminar a rede elétrica e causar danos tecnológicos globais.

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Para evitar tal catástrofe, os cientistas propuseram um plano para construir um enorme “defletor magnético” que servisse de escudo entre a Terra e o sol, desviando emissões nocivas do planeta.

Em 1859, uma gigantesca tempestade geomagnética conhecida como evento de Carrington enviou poderosas ejetões de massa coronal para a Terra, interrompendo as comunicações no solo.

Se tal evento acontecer no mundo de hoje, os efeitos serão catastróficos.

No estudo, publicado no arXiv, pesquisadores do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics salientam que “se o evento de Carrington acontecesse agora, causaria danos significativos às redes elétricas, cadeias de fornecimento globais e comunicações por satélite”.

“As perdas econômicas acumuladas em todo o mundo podem chegar a 10 trilhões de dólares e uma recuperação total levaria vários anos”.

E há aproximadamente 10% de chance de que este tipo de evento possa ocorrer na próxima década, de acordo com os pesquisadores.

O “escudo” proposto seria, essencialmente uma bobina de cobre de 100.000 toneladas, campos magnéticos utilizando o que é conhecido como a força de Lorentz para desviar partículas nocivas do sol longe da Terra.

Isso seria colocado cerca de 205,000 quilômetros da Terra, e apenas uma deflexão “relativamente pequena” é necessária para proteger o planeta.

Um projeto deste tipo não seria barato, mas custaria muito menos do que o dano causado por uma tempestade solar catastrófica.

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